Governança de decisão de carteira · protótipo
Por que eu escolhi essa ação?
Daqui a três anos a resposta vai precisar dos dados daquele dia e da regra que valia. O Benevente grava as duas coisas no momento da decisão, para que a resposta seja sua e verificável.
Regra quantitativa determinística
Modelo de linguagem, sem alterar pesos
Você, e a escolha fica registrada
Interlocutor
Feito para quem decide o próprio dinheiro.
O sistema não decide no seu lugar. Ele calcula por uma regra escrita antes, explica o que fez, e guarda tudo para você reconstruir a sua decisão anos depois.
Você monta a carteira, com a regra e os números na frente
Quem quer saber por que uma ação entrou, e não só qual entrou
Quem prefere verificar a conta a confiar nela
Não é recomendação individual. O Benevente aplica uma regra declarada e mostra o resultado dela; a decisão, a ordem e a responsabilidade continuam suas. O que ele não faz
O que você recebe
Cada decisão vira um dossiê que se defende sozinho.
Proposta e prova no mesmo fluxo: parâmetros congelados da política, posições com o que era conhecido na data, a informação posterior separada de propósito, custos, imposto apurado por lote e o hash de verificação. Um documento por decisão, as decisões retrospectivas, onze por perfil, já têm o seu.
Composição da decisão de 2025, direto: Conservador · Equilibrado · Arrojado
Duas leituras possíveis
O que você veio fazer aqui?
O mesmo trabalho responde a duas perguntas diferentes. Escolher primeiro evita ler a errada.
Como a carteira é decidida, o que foi testado e rejeitado, e por que a busca por configuração foi abandonada. Oito hipóteses caíram, e elas estão publicadas com o mesmo detalhe das que ficaram.
Ver método e evidência PARA DECIDIR A SUA CARTEIRA Veja o que você recebePolítica congelada com hash, um dossiê por decisão, o motivo de cada ação rejeitada e o custo apurado. A decisão, a ordem e a responsabilidade continuam suas.
Ver o que você recebeResultados retrospectivos da política vigente
O que a regra rendeu,
e o que isso custou.
Seleção (módulo 1) mais proteção (módulo 2), sempre na mesma janela. As curvas e os cartões usam a coluna “com proteção”. Adicione uma ação, ETF ou fundo se quiser.
| Perfil | Só seleção | Com proteção | Queda máxima |
|---|---|---|---|
| Ultraconservador · 4% em ações | 9,83% | 9,73% | −0,81% |
| Conservador · 35% em ações | 13,22% | 12,34% | −9,17% |
| Equilibrado · 55% em ações | 16,25% | 15,39% | −17,88% |
| Arrojado · 75% em ações | 20,26% | 19,79% | −28,95% |
Retorno anualizado 2015 a 2025, líquido de custos modelados. Sem proteção, as quedas máximas seriam de −16,71%, −26,54% e −35,64%.
Janela avaliada: 02/01/2015 a 31/12/2025, onze anos, com custos modelados.
Mova o cursor sobre a curva. A roda do mouse amplia a janela.
Ver métricas fixas da janela total
| Série | CAGR | Queda máxima | Ações | Natureza |
|---|---|---|---|---|
| Ultraconservador | 9,73% | −0,81% | 4% em ações | Política declarada |
| Conservador | 12,34% | −9,17% | 35% em ações | Política declarada |
| Equilibrado | 15,39% | −17,88% | 55% em ações | Política declarada |
| Arrojado | 19,79% | −28,95% | 75% em ações | Política declarada |
| Tesouro Selic | 9,36% | 0,00% | — | Caixa |
| Ibovespa | 11,74% | −46,82% | — | Índice de retorno total |
Janela retrospectiva 2015 a 2025. O imposto incremental das reduções da camada de proteção é estimado conforme o capital na simulação abaixo.
Laboratório · simulação retrospectiva em reais
Escolha o valor aplicado.
Leitura correta: esta é uma hipótese de pesquisa. A página calcula janelas com o arquivo anual auditado e não declara superioridade consistente se ela não estiver presente.
Duas referências, duas perguntas.
O CDI mede o custo de oportunidade do caixa: o que o mesmo capital renderia parado. O Ibovespa representa o retorno total do mercado brasileiro, com proventos reinvestidos na carteira teórica: o que renderia sem nenhuma seleção. Toda curva da escada deve ser lida contra as duas.
Todos os valores mudam com a janela selecionada. A base cobre 2015 a 2025. O ano de 2026 ainda não fechou.
A carteira de 2026
A mesma política, aplicada à data de 2 de janeiro deste ano.
Os perfis aplicados ao primeiro pregão de 2026, com o universo da B3 daquela data e apenas os formulários que a CVM havia recebido até ali. Marcado a mercado todo dia útil, sem rebalanceamento e sem intervenção humana. O ultraconservador é a exceção: declarado em agosto, a série dele foi reconstruída de uma vez, e a página diz isso onde ela aparece.
Antes de qualquer proposta
Leia o que o sistema não sabe.
As limitações estão numa página única, citável de qualquer proposta: janela de desenvolvimento, dados imputados, camadas desenhadas depois das crises, posição cambial da perna global.
Estágio
Validação fechada em curso.
O produto está sendo validado em pilotos alfa e beta internos, silenciosos: o sistema acompanha carteiras em paralelo ao processo vigente, gera o dossiê de cada decisão e mede tempo, completude documental e divergência de custos, sem transmitir ordens e sem alterar nenhuma decisão. Não há canal comercial aberto nem captação. Qualquer oferta futura dependerá do que esses pilotos medirem e do enquadramento regulatório próprio.
Carteiras próprias, dossiê por decisão, conciliação com nota de corretagem
Poucas carteiras convidadas, em sombra, com relatório de medição
Só o que os números dos pilotos sustentarem, e a amostra confirmatória de 2027